
Moto é o veículo mais fácil de embarcar e o mais fácil de danificar no transporte. Ela não tem quatro pontos de apoio: fica em pé por equilíbrio, e é a amarração que faz esse papel durante a viagem inteira.
Onde a cinta pode e não pode ir
- Pode: mesa e parte inferior do guidão, próximo às barras da suspensão, e nos pontos estruturais do chassi.
- Pode: roda dianteira presa contra o encosto, quando há suporte de roda na plataforma.
- Não pode: manetes, espelhos, ponteiras de escapamento, carenagem ou qualquer peça de plástico.
- Não pode: cinta passando sobre o tanque, que amassa com pouca pressão.
A suspensão precisa ficar comprimida
A amarração correta comprime parcialmente a suspensão dianteira e mantém essa tensão. É isso que impede a moto de balançar em cada buraco. Cinta frouxa deixa a moto pular, e cada pulo é um solavanco que pode soltar tudo.
Compressão parcial, não total. Suspensão travada no fim de curso durante horas trabalha contra o retentor.
Moto acidentada ou com roda travada
Quando a moto sofreu queda, o procedimento muda: ela pode não ficar em pé sozinha, e o guidão pode estar fora de esquadro. Nesse caso, o embarque costuma ser feito com apoio lateral e amarração adicional, e vale avisar antes para a equipe sair preparada.
Roda travada, corrente arrebentada ou moto sem chave também mudam a forma de subir na plataforma. Nada disso impede o transporte — mas atrasa bastante se a equipe descobrir na hora.
O que informar ao pedir
- Modelo e cilindrada — muda peso, altura e ponto de amarração.
- Se a moto está inteira ou danificada.
- Se as rodas giram livremente.
- Onde ela está: garagem, calçada, rua ou estrada.
- Se tem baú, bagageiro ou acessório que precise sair antes.
Veículo parado agora?
Atendimento 24 horas, todos os dias. Envie sua localização pelo WhatsApp — é o caminho mais rápido.